
Fotos que constaram no Sistema Explore do FlickR
Fotógrafo de Porto Alegre-RS, Gutemberg Ostemberg é Formado em Direito e Professor de Fotografia no Sintrajufe/RS, ex-Presidente do Paralelo 30 Fotoclube e atual Vicce-Pre do Fotoclube Porto-alegrense, possui trabalho voltado à Fotografia como arte, com ênfase em temas ligados à natureza e e ao urbano, e projetos pessoais e coletivos. Contato 51 98128 9333 gutembberg@yahoo.com.br

A Revista Fotografe Melhor deste mês dedicou um bom espaço para divulgar a Lumix DMC G1. Confesso que eu não tinha idéia sobre esta câmera e gostei de algumas coisas. Uma câmera de pequeno porte, com bons recursos, e lentes LEICA. O que acham?
__________________Edição de Arte do convite: Cristiano W. Soares
Pode parecer simples, mas posar não é para qualquer um. Modelos profissionais sabem como usar o corpo para criar o efeito desejado, sabem a diferença entre poses para público feminino e público masculino, sabem virar o corpo pra lá, virar o corpo para cá, fazer um olhar sexy, fazer um olhar leve, deixar o pescoço esticado… se você pedir eles irão fazer..jpg)
Marc Riboud, Peintre de la tour Eiffel, 1953, Paris© Marc Riboud
______________________Fotografia ilustrativa: Gutemberg Ostemberg
Folia de Papangus de Bezerros é tema de exposiçãoUma tradicional manifestação folclórica do agreste pernambucano é o tema da exposição fotográfica Folia dos Papangus de Bezerros, de Walter Karwatzki, com abertura às 19 horas de segunda-feira (3/11) no T Cultural Tereza Franco da Câmara Municipal de Porto Alegre. São 20 fotos em preto e branco de 50x70cm que registram a beleza, a animação e a irreverência dos milhares de mascarados que, na manhã de domingo de Carnaval, invadem as ruas do município de Bezerros (distante 107 quilômetros de Recife) ao som de maracatus, caboclinhos e frevos.A partir de relatos de antigos moradores de Bezerros, Karwatzki descobriu que a brincadeira dos papangus começou na década de 1930, quando alguns homens quiseram pular Carnaval sem serem reconhecidos pelas mulheres. "Os primeiros grupos mascarados invadiam as residências de familiares e amigos, comendo e bebendo anonimamente" , conta. "O fato foi se repetindo, surgindo novos blocos a cada ano." Hoje, segundo o fotógrafo, mulheres e crianças também participam dos papangus, assim chamados pelo costume de comer angu de milho durante os desfiles.Nascido em 1959 em Maceió (AL), Karwatzki é graduado em Geografia pela UFRGS, com especialização em Geografia Ambiental e mestrado em Geografia pela mesma universidade, e leciona na Escola Técnica da UFRGS. Fez cursos na Câmera Viajante: Escola e Agência de Fotografias e na Foto Oficina Brasil Imagem e participou de exposições coletivas e individuais em Porto Alegre, São Leopoldo e Maceió. Em 2006, conquistou o 1º lugar no VI Concurso Internacional de Fotografia de la Red Mercociudades (Buenos Aires) e menção honrosa no 2º Concurso do Paralelo 30 Fotoclube. No mesmo ano, teve fotos selecionadas no 13º Concurso Histórias do Trabalho e no 3º Concurso do Paralelo 30 Fotoclube.A exposição pode ser visitada até 21 de novembro, das 9 às 18 horas, de segundas a quintas-feiras, e das 9 às 15 horas, às sextas-feiras. Informações na Assessoria de Relações Institucionais da Câmara (Avenida Loureiro da Silva, 255): (51) 3220-4392, e-mail mailto:claudiah@camarapoa.rs.gov.br.
O Paraty em Foco 2008 acontece de 10 a 14 de setembro, em sua quarta edição, consolidado como um dos principais agentes de apoio e difusão da cultura fotográfica no Brasil. Durante cinco dias o Festival oferece mais que uma intensa programação com workshops, palestras, projeções e diversas exposições espalhadas pela cidade. Oferece contato direto e único com o melhor da produção nacional e internacional e com os seus autores, fotógrafos renomados. Envolvidos num mesmo objetivo, fotógrafos profissionais e amadores, editores, críticos e jornalistas estarão discutindo novas tendências, trocando experiências e revelando novos talentos em Paraty, novo pólo fotográfico brasileiro. A exemplo de cidades como Arles e Perpignan, na França, Paraty se firma no ciclo dos grandes festivais mundiais.
"Henri Cartier-Bresson (22 de agosto de 1908, Chanteloup-en-Brie, Seine-et-Marne, França — 2 de agosto de 2004, Cereste, Vaucluse, França) foi um dos mais importantes fotógrafos do século XX, considerado por muitos como o pai do fotojornalismo. Cartier-Bresson era filho de pais de uma classe média (família de industriais têxteis), relativamente abastada. Quando criança, ganhou uma câmera fotográfica Box Brownie, com a qual produziu inúmeros instantâneos. Sua obsessão pelas imagens levou-o a testar uma câmera de filme 35mm. Além disto, Bresson também pintava e foi para Paris estudar artes em um estúdio. Em 1931, aos 22 anos, Cartier-Bresson viajou à África, onde passou um ano como caçador. Porém, uma doença tropical obrigou-o a retornar à França. Foi neste período, durante uma viagem a Marselha, que ele descobriu verdadeiramente a fotografia, inspirado por uma fotografia do húngaro Martin Munkacsi, publicada na revista Photographies (1931), mostrando três rapazes negros a correr em direção ao mar, no Congo. A primeira câmera Leica de Henri Cartier-Bresson Quando eclodiu a Segunda Guerra Mundial, Bresson serviu o exército francês. Durante a invasão alemã, Bresson foi capturado e levado para um campo de prisioneiros de guerra. Tentou por duas vezes escapar e somente na terceira obteve sucesso. Juntou-se à Resistência Francesa em sua guerrilha pela liberdade. Quando a paz se restabeleceu, Cartier-Bresson, em 1947, fundou a agência fotográfica Magnum junto com Bill Vandivert, Robert Capa, George Rodger e David Seymour "Chim". Começou também o período de desenvolvimento sofisticado de seu trabalho.
Em época de comemoração do dia da Fotografia, 19 de agosto, nada como conhecer um pouco mais sobre a sua trajetória no Brasil.
A Zona central e mais antiga da cidade, o Bairro Centro, passou a ser denominada oficialmente – conf. Lei Mun.10364/08, elaborada pelo COMPAHC- Conselho Municipal do Patrimônio Histórico Cultural: “CENTRO HISTÓRICO”
Inverno... Gramado...E CINEMA!!É tempo de Festival de Cinema em Gramado, no Rio Grande do Sul. É a 36ª Edição do evento este ano.Começa no próximo domingo dia 10 de agosto e vai até o dia 16 o 36º Festival de Cinema de Gramado. O maior Evento Cinematográfico da América Latina vai apresentar este ano 11 filmes na mostra de longas nacionais e estrangeiros, 12 na mostra de curtas nacionais e 17 na mostra de curtas gaúchos. Os homenageados desta edição são Walmor Chagas com o Troféu Oscarito, Julio Bressane com o Troféu Eduardo Abelin, Júlio Garcia Espinosa, com o Kikito de Cristal e uma Homenagem Especial a Renato Aragão. Entre os nomes já confirmados estão Murilo Salles, Leandra Leal, Antônio Calone, José de Abreu, Marcos Paulo, Silvia Bandeira, Samara Felipo, Antônio e Rocco Pitanga, Bete Mendes,Nivea Stelmann,Carol Machado, Claudia Alencar, Cristiana Oliveira, Eduardo Galvão,Gisele Itie, Gustavo Leão e muitos outros.
A primeira exposição individual no Rio Grande do Sul de uma referência do fotojornalismo brasileiro, Flávio Damm, Preto no Branco inaugura na terça-feira, 5 de agosto, às 19h, nas galerias Iberê Camargo e Oscar Boeira. A mostra celebra os 80 anos que o fotógrafo porto-alegrense completa no dia 7 do mesmo mês, trazendo ao público gaúcho 80 imagens em preto-e-branco e formato médio, registradas ao longo de 64 anos de profissão. A visitação se estende até 31 de agosto, de terças a domingos, das 10h às 19h. Como programação paralela, no dia 6, às 17h, o fotógrafo ministra palestra no Auditório do MARGS, abordando suas memórias e as obras em exposição no Museu. Com a curadoria do próprio fotógrafo, a exposição apresenta 60 painéis com imagens em 20x30cm e 26x36cm, tamanho escolhido em função da proporção com o formato 35mm, filme adotado por Flávio Damm em sua câmera pessoal e também ao longo da carreira, iniciada com suporte 6x6. A exposição traz também algumas imagens desta época, realizadas com o equipamento da revista O Cruzeiro, onde o fotógrafo atuou por 10 anos. Adepto da tecnologia analógica, ele afirma cortar as fotografias apenas no visor. "Ali eu faço o enquadramento e não quero mexer mais. Sou fiel a esse princípio. Não há nenhuma mágica, photoshop, retoque, nada. Aquilo é a minha verdade." Na busca por uma boa foto, Damm realizou mais de 930 viagens pelo Brasil (depois desse número, ele parou de contar) e 67 ao exterior. As andanças geraram um arquivo de 60 mil negativos. Para a exposição, foram selecionadas imagens que constituem uma retrospectiva informal de sua trajetória. A primeira data de 1944 e apresenta um gaúcho e seu cavalo corcoveando. Foi clicada na cidade de Piratini para ilustrar uma matéria de Barbosa Lessa – colega do fotógrafo no curso clássico do Colégio Julio de Castilhos. A mais recente foi feita este ano no Rio de Janeiro, onde o fotógrafo reside desde que se transferiu da Revista do Globo para a revista O Cruzeiro em 1948, depois de ser o único fotógrafo a retratar o ex-presidente Getúlio Vargas durante o período em que se auto-exilou na fazenda do Itu. Uma das imagens de Getúlio, que foram reproduzidas em veículos de Moscou, Paris e Londres, também está na exposição. Fotos com temáticas parecidas foram reunidas em pendants com duas ou quatro imagens. Os casamentos que formam essa unidade curatorial foram realizados no mesmo painel para criar uma leitura do contraste, podendo reunir uma foto feita em Praga e outra feita em Parati, com espírito semelhante. Além do humor e do interesse pelas pessoas e seus relacionamentos, Flávio Damm trabalha com um método particular: o fotógrafo afirma que para os seus registros, se aproxima como um gato, esperando que alguma coisa aconteça, e logo depois da fotografia, foge como um rato – ele afirma não ter conhecido qualquer um dos personagens que registrou. "Nunca falei com ninguém. Não estou pretendendo prejudicar as pessoas, mas também não quero interferência alguma". A preocupação com a composição, o equilíbrio geométrico e o conteúdo é uma constante em sua carreira, assim como o uso do preto e branco. "A foto que não tem cor precisa de muito conteúdo para poder realmente impactar." O artistaNascido em Porto Alegre em 1928, Flávio Damm começou como fotógrafo profissional na Revista do Globo, na capital gaúcha. Foi morar no Rio de Janeiro em 1949, sendo admitido na revista O Cruzeiro, onde permaneceu até 1959. Neste período realizou reportagens no Brasil, América Latina e do Norte e Europa. Cobriu a coroação da rainha da Inglaterra (1953) e a visita da soberana ao Canadá e aos Estados Unidos (1957); a explosão do foguete Vanguard – que levaria ao espaço o primeiro satélite americano, no Cabo Canaveral (1957), e documentou a construção de Brasília, convidado pelo arquiteto Oscar Niemayer (entre 1958 e 1961). Registrou o trabalho do pintor Candido Portinari em seu ateliê no Rio de Janeiro nos dois últimos anos de vida do artista. Fundou o Projeto Portinari em 1976 e dirigiu a Associação Cultural Candido Portinari entre 1995 e 1997. Foi um dos fundadores da primeira agência fotográfica do país, a Image, criada em 1962 com José Medeiros, na qual atuou até 1974. Como fotógrafo independente, trabalhou para a Petrobrás em 1961 e, desde 1974, vem se dedicando à área editorial e a exposições. O seu trabalho já foi apresentado em mostras na França, Suíça, Argentina e Brasil. Tem 16 livros publicados - como Bahia anos 50, Um país em seu tempo e Candido Pintor Portinari – e atualmente prepara a 17ª obra, com 29 histórias curiosas sobre a atividade fotojornalística. É colunista da revista Photo Magazine há seis anos e escreve para o site http://www.photos.com.br./ Segue com o hábito de levar sempre a câmera consigo, registrando pelas ruas o que ninguém mais enxerga. "É preciso sorte, paciência e em última instância talento."p.jpg)
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Fotografias muito bem elaboradas que mexem com o nosso olhar. Detalhes que aos poucos vão revelando um mundo, de início aparentemente desconhecido, quando visto num rápido olhar, mas, certamente, muito presente em nosso dia-a-dia. Sem margem de dúvida, ver os trabalhos da amiga Neide CPinto é uma boa pedida para quem aprecia a arte e a técnica da fotografia.
A Escola de Fotografia de Porto Alegre Projeto Contato promove expedição fotográfica à Patagônia Argentina:
_________________________________Foto: Gutemberg Ostemberg