sexta-feira, 19 de julho de 2019

Um bom programa para sábado, dia 20 de julho de 2019

Programa para Final de Tarde deste Sábado !!

Que tal um cafezinho e um bate-papo sobre a as Conexões Contemporâneas?

Uma oportunidade para quem ainda não visitou a exposição e também para quem quiser rever com mais calma as fotos e receber informações sobre elas.

Ficaremos contentes com as visitas.
Visita guiada, neste sábado, 20 jul. das 16h às 18h.
Todos bem-vindos.

Roger Lerina destaca Visita Guiada

http://rogerlerina.com.br/post/11274/encontro-com-o-artista-no-espaco-cultural-correios?fbclid=IwAR0Uv-mMMJQcSWONPBPnc6hu8A_0YzhMRvJjd2DSYA6pGOei_KjkbVOWHP4





terça-feira, 16 de julho de 2019

Fotoclube Porto-Alegrense - Inspirações de Zé Paiva

Na noite do dia 15/07/2019, o Fotoclube Porto-Alegrense teve o privilégio de compartilhar com a comunidade de Porto Alegre,RS no Atelier Livre, no Menino Deus, a Palestra Inspiração, na qual o Fotoambientalista e Engenheiro Zé Paiva falou sobre sua trajetória fotográfica, Projetos de Livros Lançados, trabalhos ligados à Natureza, e expedições Fotográficas, e, ainda, de recentes investidas, como a do Light Painting, com retratos de longa exposição. Na ocasião, estiveram presentes integrantes do Fotoclube, dentre os quais o seu Vice-Presidente Gutemberg Ostemberg, e demais diretores, além de convidados, que admiram esse tipo de trabalho.




sábado, 29 de junho de 2019

Zero Hora destaca Conexões Contemporâneas de Gutemberg Ostemberg

Em Zero Hora, 29 e 30 de JUN. 2019
Conexões Contemporâneas - fotografias de Gutemberg Ostemberg
Curadoria de Fábio André Rheinheimer
Abertura: 29 jun. 2019, das 16h às 18h.
 — comGutemberg Ostemberg em Espaço Cultural Correios.


terça-feira, 25 de junho de 2019

Conexões Contemporâneas de Gutemberg Ostemberg








Conexões Contemporâneas de Gutemberg Ostemberg

Com curadoria de Fabio André Rheinheimer, impressionantes imagens compõem a exposição do fotógrafo Gutemberg Ostemberg, no Espaço Cultural Correios, a partir do dia 29 de junho, às 16h.

O artista fotográfico Gutemberg Ostemberg apresenta suas Conexões Contemporâneas, no Espaço Cultural Correios (Av. Sete de Setembro, 1020, Centro Histórico, Porto Alegre), a partir de 29 de junho, com coquetel para convidados das 16h às 18h. Depois, a exposição segue em cartaz até o dia 28 de julho.
A partir de um acervo primoroso, o arquiteto e artista plástico Fábio André Rheinheimer teve trabalho para selecionar apenas 32 obras de Gutemberg, que compõem a exposição. “Com base nas obras deste profissional  são apresentadas outras conexões, com fragmentos de histórias dos lugares vivenciados pelo artista (com especial atenção aos elementos da natureza: terra, água, fogo e ar), e que, pontualmente, remetem ao versos do filósofo Empédocles, que inaugura a forma pluralista de pensar a Natureza, em seus vários elementos”, complementa Rheinheimer.
Com diversos prêmios nacionais e exposições no Brasil e exterior, Gutemberg se inspira nos grandes nomes Cartier-Bresson, Ansel Adams e Sebastião Salgado para compor suas criações artísticas. Em seu percurso investigativo, o artista mato-grossense, radicado no Rio Grande do Sul, interage com elementos provenientes de lugares distintos, segundo novas associações. “As conexões em são estabelecidas até mesmo antes de as imagens serem produzidas, quando a percepção sobre determinadas coisas e sentimentos, ainda que em pensamento, aliam-se à possibilidade da formação de uma foto”, descreve Ostemberg. 
Para o curador Fábio Rheinheimer, as Conexões Contemporâneas propostas por Ostemberg a partir da interação de elementos aparentemente desconexos se apresentam enquanto fragmentos de um processo ainda em transição, que compõem novas imagens (e realidades) a partir de relatos pretéritos e outros dissociados do tempo, bem como das referências geográficas que, assim como os versos do filósofo, anseiam por quem os ressignifiquem.
A Exposição Conexões Contemporâneas conta com o apoio do Armazém da Impressão, Espaço Cultural Correios, Tobias Café e Bar, e Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal e do Ministério Público da União no Rio Grande do Sul (Sintrajufe).

Exposição Conexões Contemporâneas - Fotografias de Gutemberg Ostemberg
Curadoria Fábio André Rheinheimer
Abertura: 29 de junho – Coquetel das 16h às 18h
Visitação: 30 de junho a 28 de julho
(Terça a sábado - 10h às 18h, domingos e feriados - 13h às 17h)
Espaço Cultural Correios – Av. Sete de Setembro, 1020 – Centro Histórico

Assessoria de Imprensa: Tatiana Csordas
(51) 98111-8734

domingo, 9 de junho de 2019

Gutemberg Ostemberg expõe no MARGS

Fragmentos de uma Cidade Invisível 
Curadoria de Fábio André Rheinheimer
 O Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli convida para a exposição “Fragmentos de uma cidade invisível”, exposição coletiva com curadoria do arquiteto e artista visual Fábio André Rheinheimer. A abertura é dia 8 de fevereiro (quinta) nas galerias Iberê Camargo e Oscar Boeira do MARGS. A mostra apresenta uma reunião de trabalhos de 24 artistas, reunindo obras que representam a percepção de lugar, segundo a visão poética de espaço urbano de cada um deles. A exposição representa a última etapa do projeto de investigação proposto pelo curador, em continuidade a duas mostras coletivas realizadas em 2017, no MARGS e MACRS, intituladas: MÚLTIPLOS OLHARES: 21 FOTÓGRAFOS e PROJETO DE PESQUISA EM FOTOGRAFIA CONTEMPORÂNEA  ̶ cujo foco central é a cidade e seus habitantes.
Fragmentos de uma cidade invisível” tem por objeto a relação entre os habitantes e o ambiente urbano, na consolidação da ideia de lugar. E, a partir de fragmentos do ambiente citadino, é proposta a construção coletiva de um lugar fictício, para a qual foram convidados os fotógrafos Gutemberg Ostemberg, Manoel Petry, Flávio Wild, Lucca Curtolo, Douglas Fischer, Carlinhos Rodrigues, Iara Tonidandel, Paulo Mello, Karla Santos, Fernando Pires, Fernando Kokubun, Alexandre Eckert, Tárlis Schneider, Ivana Werner, Rafael Karam, Nattan Carvalho, Adela Bálsamo Armando, Juliana Cupini, Lizandra Caon, Luciane Pires Ferreira, Heloisa da Costa Medeiros, Gutemberg Ostemberg, Maris Strege, Leonardo Kerkhoven e Guto Monteiro.
A exposição pode ser visitada até dia 13 de março, de terças a domingos, das 10h às 19h, com entrada franca. Visitas mediadas podem ser agendadas no e-mail educativo@margs.rs.gov.br. A entrada é gratuita.
 Apresentação
Mosaico formal, cuja manufatura lhe é intrínseca, surgido a partir do processo de sedentarização e instrumento fundamental de permanência, bem como resguardo do território, a cidade  ̶ palco da vida coletiva, embora se pretenda controladora e rígida quanto a sua capacidade de organizar, acaba por prever a vida, porém sem jamais a restringir. E, embora se permita a múltiplas leituras enquanto registro histórico e memória edificada, a cidade é configurada considerando um comportamento amplo, coletivo, que contribui para a inconstância da paisagem urbana, dos espaços urbanos e, portanto, dos lugares. Quanto a este aspecto relevante da cidade enquanto construção coletiva, relato de uma época e referência histórica, eis o pensamento de Raquel Rolnik: “O desenho das ruas e das casas, das praças e dos templos além de conter a experiência daqueles que os construíram, denota o seu mundo. É por isso que as formas e tipologias arquitetônicas, desde quando se definiram enquanto habitat permanente podem ser lidas e decifradas, como se lê e decifra um texto.”¹
 Porém, segundo um conceito de lugar (usualmente empregado na arquitetura), os espaços se tornam lugares à medida que os definimos e os atribuímos significados, ou seja, adquirem este sentido segundo o tempo que dispendemos em conhecê-los, em vivenciá-los e, consequentemente, assim dotá-los de valor. Na última etapa deste projeto de investigação, eis um questionamento que se faz oportuno: um fragmento de lugar pode refletir (ou comunicar) satisfatoriamente o todo a que pertence? Em analogia, no que se refere ao aspecto do fechamento da paisagem num fragmento de si mesma, eis o pensamento de Anne Cauquelin:  “Trata-se simplesmente de uma questão de definir, de delimitar um fragmento com valência de totalidade, sabendo que só o fragmento dará conta do que é implicitamente visado: a natureza em seu conjunto.” ²
 Esta investigação sobre a relação entre a cidade e seus habitantes, não se supõe conclusa, tampouco assim se pretende, porém apenas disponibiliza, a partir do recorte da produção de profissionais com diferentes formações, algumas questões pertinentes às possibilidades de apropriação e concepção no âmbito da fotografia. Assim, é proposta a construção de outra realidade urbana  ̶ ampla em significados, em concordância ao sentido de lugar e segundo os fragmentos de diversos cotidianos citadinos e de suas paisagens, instrumentos imprescindíveis na composição desta cidade fictícia que, por um breve período de tempo, se faz visível.
 Porto Alegre, fevereiro de 2018.
Fábio André Rheinheimer – Arquiteto, Artista Visual e Curador independente.
Fontes:
1 ROLNIK, Raquel. O que é cidade. São Paulo: Ed. Brasiliense, 2004.
2 CAUQUELIN, Anne. A invenção da paisagem. São Paulo: Livraria Martins Fontes Editora Ltda. 2007.
Reproduções:
 Lista de Artistas
Manoel Petry, Flávio Wild, Lucca Curtolo, Douglas Fischer, Carlinhos Rodrigues, Iara Tonidandel, Paulo Mello, Karla Santos, Fernando Pires, Fernando Kokubun, Alexandre Eckert, Tárlis Schneider, Ivana Werner, Rafael Karam, Nattan Carvalho, Adela Bálsamo Armando, Juliana Cupini, Lizandra Caon, Luciane Pires Ferreira, Heloisa da Costa Medeiros, Gutemberg Ostemberg, Maris Strege, Leonardo Kerkhoven, Guto Monteiro.
 SERVIÇO
Fragmentos de uma cidade invisível
Exposição coletiva
Curadoria  de Fábio André Rheinheimer








quinta-feira, 5 de julho de 2018

Mais de 40 Fotógrafos estreiam Exposição Fotográfica IN[FINITO] dia 05/07/2018 no Memorial do Rio Grande do Sul




Exposição no Centro Cultural Memorial do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre-RS, reúne primorosos trabalhos de 44 talentosos fotógrafos sobre o tema IN-finito, incluindo obras do Fotógrafo Gutemberg Ostemberg


Com projeto e curadoria do arquiteto e artista visual Anaurelino Corrêa de Barros Neto , e do fotógrafo Jorge Aguiar como curador adjunto, a exposição propõe um diálogo com o público por meio das construções de cada fotógrafo/artista. As fotografias ficam expostas para visitação até o dia 19 de agosto, na Sala Múltiplos Usos, no segundo andar da instituição, de terça-feira a sábado, das 10h às 18h, e domingos, das 13h às 17h. A entrada é franca. Os curadores da IN - finito visitaram diversos estúdios fotográficos, além de fazerem contatos via Instagram e e-mail, para selecionar os autores. 
Mais de cinco mil imagens foram examinadas para chegar a essa concepção expositiva

Foram realizadas diversas entrevistas e interlocuções com alguns fotógrafos, que optaram por uma proposta mais arrojada de instalações de imagens dentro do espaço expositivo e de um discurso nada convencionais. Caminhos dinâmicos serão percorridos pelo olhar do expectador, na criação de ilhas na parede dentro de uma mesma linguagem, resgatando um novo olhar dos artistas dentro do proposto pelos curadores.
“O IN-finito foi, muitas vezes, definido e visto como uma abstração, que vai da simbologia matemática ao indecifrável, ao inatingível, ao que chamariam de Uno. Já o Existencialismo define o homem como temporal, feito para morrer. Portanto, o Finito é tratado como o fim de tudo, desse modo o homem necessita encontrar um sentido para sua existência. Para François Soulages, fotografia contemporânea é uma articulação entre o irreversível e o Inacabável. Em IN-finito, que terá tem como convidado especial Francisco Marshal (Studio Clio), trataremos como algo que remete à solidão humana, à sensação de estarmos sempre sós”, explica Anaurelino Barros Neto.
Certamente, esta exposição fotográfica fará parte da história da Fotografia em Porto Alegre, Capital que vem se tornando um pólo cultural fotográfico, valorizando artistas de arte fotográfica.
Os artistas
Adriano Basegio, Alexandre Eckert, Alexandro Auler, Ana Rocha, Avani Stein, Beatriz Donelli, Bragança, Carlos Eduardo Vaz, Claiton Ferreira, Denise Wichmann, Douglas Fisher, Fernando Kluwe Dias, Fredy Vieira, Geraldo Markes, Gilberto Perin, Gutemberg Ostemberg, Guto Monteiro, Heloisa Da Costa Medeiros, Ivana Werner, Jorge Aguiar, Josué Monteiro, Leandro Facchini, Leonardo Kerkhoven, Lucca Curtolo, Manoela C. Branco, Marcus Jung, Maris Strege, Nilton Santolin, Paulo Mello, Ricardo Fillipon, Ricardo Willrich, Roberta Amaral, Sergio Bohrer, Silvy Bertoja, Tiago Antoniazzi, Tiago Cjaques, Wander Rocha, Wanderley Oliveira, William Clavijo, Zé Andre e Zezé Carneiro.
SERVIÇO:

Exposição IN-finito | Curador: Anaurelino Barros Neto – Curador Ajunto: Jorge Aguiar.
Abertura: 5 de julho | Quinta-feira | 18h.
Local: Sala Multiuso do Memorial do Rio Grande do Sul – 2º andar (Rua 7 de Setembro, 1020 – Centro Histórico).
Visitação: 6 de julho a 19 de agosto | De terça a sábado, das 10 às 18h, e domingos e feriados, das 13h às 17h.
Entrada gratuita.



quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

domingo, 5 de julho de 2015



O Graxaim


Nos arredores do Cânion Fortaleza, em Cambará do Sul, os Graxains estão cada vez mais próximos aos ambientes antes ocupados apenas por turistas. Motivados pela facilidade de obtenção de comida e escassez no seu habitat natural, cada  vez mais invadido pelo homem, eles vem aparecendo em bandos. E mostram-se bastante determinados e encontrar algo de "bom" para comer. Esta foto eu tirei quando um deles ficava de olho na minha mochila da câmera Fotográfica, aguardando a doação de algum tipo de comida. Certamente que sou contra alimentar animais dessa forma, pois pode perder o instinto de caça e tornar essa atitude uma regra.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

INAUGURA HOJE A ARGENTUM - GALERIA DE FOTO ARTE EM PORTO ALEGRE



Hoje (26/09), às 19h30, na rua 24 de Outubro, 507 / 101 - Porto Alegre-RS, ocorrerá a Inauguração da ARGENTUM Foto Galeria!!

Também haverá a abertura da Exposição do amigo Fotógrafo Eurico Salis - Centro Histórico de Porto A...legre - (trabalhos primorosos, que mostram facetas belíssimas da Capital do RS).

A Galeria Argentum contará com várias fotos de minha autoria e também de grandes amigos fotógrafos.

O acervo é muito interessante. Vale à pena conferir! Fiquem à vontade para adquirir as obras a partir de amanhã.

Agradeço aos amigos que puderem comparecer no evento de abertura e também aos que puderem compartilhar com outros amigos fotógrafos tal atividade, ajudando-nos a divulgar este novo espaço fotográfico, que está contribuindo para a valorização da Fotografia como arte.

Convite - Divulgação Argentum
Ver mais

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Do Digital para Pinhole


Por Alex Racor

O último Dia 28 de Abril foi o Dia Mundial da Fotografia Pinhole, uma visão fotográfica livre de lentes.




A fotografia Pinhole (Furo de Agúlha) se caracteriza por capturar a imagem sem o auxilio de qualquer tipo de lente, podendo ser feita com os mais diversos recipientes, latas, caixas e, até mesmo um ambiente devidamente isolado (câmera escura) e utilizando papéis fotográficos ou filmes.


Dias antes do aniversário mundial da pinhole, realizei uma oficina na escola Projeto Contato, em Porto Alegre, onde montamos as famosas caixinhas PinLux, são maquinas fotográficas elaboradas a partir de caixinhas de fósforo FiatLux (únicas em tamanho ideal para a execução deste processo).

Como podem ver na imagem abaixo, a caixinha é totalmente vedada com fita isolante, contendo opostos dois rolos de filme, um cheio e outro vazio, onde a cada foto tirada se corre o filme de um lado par ao outro.




Com o auxílio de um obturador manual, o quase imperceptível diafragma feito com uma agulha muito fina (nesta câmera utilizamos a corda mais fina de uma guitarra), se torna a mágica desta maquina super simples, mas que pode impressionar com o resultado inesperado das imagens que é capaz de capturar.


Portanto, tomei a liberdade de realizar uma espécie de ensaio no dia da saída fotográfica, onde tentei capturar com a maquina digital as mesmas imagens capturadas com a pinhole, demonstrando isto ao colocar a pinhole em primeira vista.

Logo abaixo vamos ver as comparações, antes, algumas informações tecnicas:

- Filme utilizado na pinhole: Colorido - Iso400.

- Tempo de exposição: Entre 1 a 4 segundos, dependendo da intensidade de luz.

- Local: Cidade Baixa - Porto Alegre.















Em agosto, a Escola de Fotografia Projeto Contato estará realizando nova oficina de Pinhole em Porto Alegre.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Um Norte, por Gutemberg Ostemberg - Convite

Hoje inaugura a Exposição Fotográfica Um Norte.
Serão expostos 22 painéis 50x50cm com inagens capturadas na Região Norte do nosso belo País. A curadoria ficou a encargo da Professora de Fotografia Isaura Estefano Saraiva, o texto de apresentação da Fotógrafa Luciana Lee e produção de Cristiano W. Soares. As fotografias ficarão expostas até o dia 19 de outubro. 

quinta-feira, 31 de maio de 2012

O projeto Noites de Filó e o fotógrafo Marco Nedeff trazem uma exposição que relata um pouco da tradição que ainda vive em vários municípios do Rio Grande do Sul.


O projeto exibe a exposição de fotos de autoria de Nedeff, com a curadoria de Rafael Guimaraens. Além das imagens, o visitante pode vivenciar estas Noites de Filó assistindo às apresentações de diversos grupos de Filó, que fazem show durante toda a temporada. Fonte: http://guiadecidades.terra.com.br

quarta-feira, 28 de março de 2012

Internautas elegem melhores imagens de Porto Alegre

Menciona o COLETIVANET:

"Lançado no início do mês pela Secretaria Municipal de Turismo (SMTUR), o concurso fotográfico ‘Surpreenda-se com Porto Alegre’ já tem os cinco vencedores, escolhidos por internautas do Facebook. Sob o título ‘O salto do macaco’, a foto de Felipe Bozzetti recebeu 1.599 “curtir”; deixando Gutemberg Rodrigues Ostemberg em segundo lugar, com ‘Testemunhas do apocalipse’ (1.512 pessoas curtiram). Na terceira colocação, aparece Glauccio Calvano, autor de ‘Parque Marinha’ (1.021); ‘A lua da década’, de Adriana Franciosi, ficou em quarto (906); e Casa de Pedra, também de autoria do vencedor Felipe, recebeu o quinto lugar, com 697 curtições.
A promoção teve o objetivo de estimular a criação fotográfica e a visão do potencial turístico da capital gaúcha. As 285 imagens inscritas passaram por um júri técnico, que selecionou as 30 melhores fotos, cujos autores receberão, como prêmio, R$ 800 por fotografia, além de certificado de participação. Na segunda etapa, as imagens foram submetidas à votação pública na página da SMTUR no Facebook (www.facebook.com/portoalegre.travel), encerrada nesta terça-feira, 27"

Agradeço aos amigos que "curtiram" minha fotografia que ficou em segundo lugar no concurso.

Fonte: http://www.coletiva.net/site/noticia_detalhe.php?idNoticia=44598

quinta-feira, 22 de março de 2012

Fotografia Selecionada e Finalista no Concurso Fotográfico Surpreenda-se Com Porto Alegre


Fotografia tirada no Morro Santa Teresa em Porto Alegre, selecionada entre 30 trabalhos fotográficos escolhidos em concurso fotográfico com o tema Surpreenda-se com Porto Alegre.

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Photo: Gutemberg Ostemberg

domingo, 4 de março de 2012

Em Busca


Em Busca, upload feito originalmente por Gutemberg Ostemberg.


As pessoas constantemente
Possuem suas buscas particulares
Busca pela felicidade, pelo paraíso..
Pela tranquilidade, pela paz..
Pela perfeição, pela correção...
Pelo sentimento, pelo amor.
E esta busca é o que as tornam vivas.

Fotografia tirada no litoral Sul de Alagoas, este Estado de belíssimas prais, de povo simples e simpático.

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Photo: Gutemberg Ostemberg

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Jardim Surreal

O Jardim Surreal de João Miguel Lanita, um dos Professores da Escola de Fotografia Câmera Viajante ( www.cameraviajante.com.br ) de Porto Alegre-RS.


quinta-feira, 9 de junho de 2011

Com tanta gente possuindo Câmeras Fotográficas qual o papel do Fotógrafos de hoje?

Foto: Gutemberg Ostemberg - Porto Seguro - Bahia



A busca fotográfica
Atualmente a tecnologia abreviou muitos processos dentre eles a fotografia em especial.Se pegarmos as reportagens publicadas principalmente em revistas, fatalmente iremos nos deparar com imagens e informações garimpadas na Internet. Hoje em dia é muito fácil entrar em um site de busca e lá conseguir todas as informações necessárias para se escrever uma matéria ou mesmo conseguir uma imagem do local. Deixou de existir a necessidade de se estar no local para poder documentar o que existe lá. Mas o que tudo isso tem haver com fotografia? A grande questão é buscar as suas imagens sob um ponto de vista muito pessoal.A tecnologia está cada vez mais condicionando as pessoas a acharem que uma boa foto está obrigatoriamente vinculada à um equipamento de ponta. “Se tenho um grande poder aquisitivo, sou um bom fotógrafo”. Do contrário, minhas fotos nunca serão tão boas quanto as dos outros. O que muitos esquecem é que a câmera depende de alguém para apontá-la para um objetivo, dizer para ela o que ver e como ver e ainda por cima apertar o “gatilho”. Sozinha as câmeras fotográficas digitais ou analógicas, pouco podem fazer. Talvez a tecnologia permita que a maior parte das imagens saiam com uma qualidade de iluminação adequadas, mas e o diferencial? Somado a isso vem à questão de buscar a fotografia. Investir tempo e dinheiro em visitar locais diferentes que possam render boas imagens. Quem nunca pegou um livro do Sebastião Salgado, Pedro Martinelli, ou Cristiano Mascaro dentre inúmeros outros ícones da fotografia nacional e não se impressionou com as imagens contidas lá. Mas o que esses fotógrafos têm de tão especial? Por que eles conseguem imagens que para nós parecem inalcançáveis? Talvez o grande diferencial esteja em eles buscarem a fotografia onde ela realmente está. Ir de encontro aos fatos e personagens utilizando a câmera apenas como ferramenta de registro e não como item principal do seu trabalho. E porque tantas pessoas se preocupam cada vez mais com equipamentos? Conhecer a técnica é fundamental e fazer dela um meio de se expressar é tão importante quanto. Mas hoje eu vejo mais pessoas se gabando dos equipamentos que possuem do que exatamente do trabalho que estão realizando. Será que esse é o futuro? Se seguirmos assim pode ser que um dia ao lermos a legenda de uma foto nos deparemos com frases do tipo: Nikon D500 – disparada por Fulano de Tal. Seria estranho, né? Confesso que eu não sou tão pessimista quanto ao futuro da fotografia.Acredito que com a revolução do digital, haverá em breve uma enorme valorização dos fotógrafos. A qualidade técnica passará a ser um padrão, mas profissionais começarão a se destacar pelos pontos diferenciais de suas imagens. Será cada vez mais forte a identidade de uma imagem e quem pretende se destacar na fotografia deverá se preocupar em buscar o seu diferencial. Na fotografia, como toda arte, devemos buscar motivos que nos motivem a fotografar e linguagens que consigam transportar todas as nossas expectativas e emoções. Uma das grandes falhas de boa parte dos fotógrafos é ter a pretensão que o mundo inteiro goste de suas imagens com intensidades homogêneas. Isso é um erro e muitos acabam fazendo uma fotografia pasteurizada, sem “tempero”. É impossível agradar a todos. Cada pessoa possui a sua própria biblioteca visual e isso faz com que cada imagem seja avaliada e julgada de uma forma muito particular. Até mesmo o estado emocional de uma pessoa afeta a opinião dela sobre uma imagem. Sendo assim, devemos buscar o nosso diferencial com afinco e tentar pensar o que pretendemos com cada imagem. Por que eu fiz determinada foto? O que me motivou a apertar o disparador naquele momento e com aquela configuração de equipamento? Isso é muito importante. Há pouco tempo atrás perguntei para alguns fotógrafos quais eram as primeiras pessoas que viam as suas imagens. Muitos me responderam que membros da família eram os primeiros a ver as imagens.Isso é muito importante mas todo mudo sabe que mãe acha lindo tudo o que o filho faz. É normal. No caso da minha mãe ela já diz que tudo é horrível para ver se desestimula o meu interesse em me meter em lugares não muito normais, para a maioria, em busca de uma imagem. Mas isso faz parte de mim. Eu gosto de olhar para uma imagem e ver que ali teve muito mais do que um simples disparo. Para mim é importante enxergar nas minhas fotografias a história por trás de cada uma delas. Muitos especialistas em edição dizem que você deve se desapegar das suas imagens porque isso faz com que a edição de imagens seja tendenciosa.Mas como não ser tendencioso diante de todas as dificuldades que passamos para alcançar um determinado local e fazer uma foto? Se ela não saiu tecnicamente perfeita, isso é uma questão a se resolver mas o importante é que o fotógrafo esteve lá e enfrentou dificuldades com o intuito de registrar um momento. Isso é fotografar.Melhor ainda é quando outras pessoas olham para as suas imagens e conseguem ler nelas todo o desafio e logística que envolveu aquela imagem. Mas para resumir tudo isso, a dica é: busque as suas imagens além do seu equipamento. Planeje as suas fotos e colha o resultado posterior de forma a trazer para as suas imagens a sua assinatura. Busque qualidade técnica mas não faça dela o seu único objetivo. Vá além. Outra dica é: se você quer ouvir apenas elogios, mostre as suas imagens somente para sua mãe. Se você quer crescer como fotógrafo aprenda a ouvir críticas e elogios e filtrá-los de forma positiva. Um grande abraço. * Bruno Guillon Ribeiro é graduado em Rádio e Televisão e está cursando pós-graduação em Fotografia. Mergulhador desde 1997, formou-se como Instrutor NAUI em 1999 e em 2003 pela PDIC. Fotógrafo desde 1994, tem como preferências a Fotografia de Natureza assim como a Fotografia Submarina. E-mail - bruno.guillon@uol.com.br

Fonte: Portal de Fotografia

sábado, 28 de maio de 2011

Tons Uruguaios


Tons Uruguaios, upload feito originalmente por Gutemberg Ostemberg.

Cenário de uma bela manhã no trajeto de Montevidéu para Colônia de Sacramento, no Uruguai.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Na Luz da Manhã...


Na Luz da Manhã..., upload feito originalmente por Gutemberg Ostemberg.

Uma de minhas primeiras experiências de macro. Os detalhes centrais de uma singela flor, em Carlos Barbosa-RS.

Todos os Direitos Reservados
Photo: Gutemberg Ostemberg